Arquivo para Novembro, 2008

{ } use o mínimo de palavras p/ explicar o máximo de coisas~

——————————–raios uva~

# sol para esquentar e não para tostar. gosto do sol de são paulo. o sol das praias tenho receio. me preocupa envelhecer com a intensidade não filtrada dos raios solares.

———————————mind-maps~

# tenho usado a alegria das saias floridas. os mind-maps trazem maior liberdade na rotina dos meus dias. encontro a luz do dia mais cedo. desperto radiante com a energia solar.

————————————tá no dna~

# o imaginário comum é algo fascinante – inconsciente coletivo. determinadas estórias e fábulas e ensinamentos são ensinados há milhares de anos e transmitidos através de gerações e gerações com os mesmos fundamentos. há séculos, a comunicação era escassa. nada em tempo real, a informação não era fluída. as estórias vinham mesmo do inconsciente de cada um. uma mesma criança japonesa sabia a mesma estorinha que uma criança brasileira e a francesa e a húngara e assim sucessivamente. é a tal da tradição. algo que está impregnado nos genes e que todos temos-sabemos mesmo sem ter tido qualquer contato anterior.

———————————my car~

# andar 20min de busão já me faz valorizar e lembrar: de como eu amo dirigir!

—————————————————velozzz~

{} gosto de ti sem fim. sem mim. ainda assim, agradável.

——————————————————–velozzz~

{} dói-me feliz o que ainda não tenho: a sua presença.

———–velozzz~

# você está no meu coração, mas ela está no meio de nós.

——lahsyetwbha hahaha kkkkk adsffsgs~

(!)

——-{ } desculpe, mas eu fiz de propósito.

(…)

———————————————————velozzz~

{ } a realidade é paranóica, não eu.

———————————————————velozzz~

{ } pertenço mais às fraturas do que a qualquer sonho de juntura.

———à beira de um ataque de nervos~

# se ela tivesse mais um cigarro na gaveta, fumaria. falta pouco para encarar um ácido. se ela tivesse pra onde ir, fugiria daqui. nunca mais telefonava.

————————–mulé~

# de imaginar que todas as mulheres sangram, vejo o mundo como uma enorme ferida a não-cicatrizar.

——————p/ guilherme morrer de catapora!~

# sete da manhã, sede de coca. entro no café e peço uma coca-cola bem gelada. onze graus lá fora, frio pra caralho. o bar inteiro olha pra mim e não entende. precisa?

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